Nesta sexta-feira, dia 13 de julho, o MOSAL realizará a I Oficina de Saneamento - Modelo Descentralizado para Esgotamento Sanitário durante a XI Jornada de Agroecologia em Londrina, Paraná.
o mosal
O MOSAL é um coletivo formado por pessoas e entidades de Florianópolis cujo objetivo é influir nas políticas públicas de saneamento básico, assim como promover a conscientização dos cidadãos através de ações e oficinas.
SANEAMENTO DESCENTRALIZADO
quinta-feira, 12 de julho de 2012
domingo, 8 de julho de 2012
Projeto que cria santuário de baleias é derrubado
Defendida pelo Brasil, proposta é vetada na
reunião anual da Comissão Internacional Baleeira; organizações criticam falta
de esforço diplomático
BRUNO DEIRO - O Estado de S.Paulo –
03.06.12
Os 38 votos a favor da criação do Santuário
Atlântico Sul foram insuficientes e o projeto para proteger as baleias na
região entre a América do Sul e a África, que há 12 anos é apresentado pelo
País, foi vetado ontem na reunião anual da Comissão Internacional Baleeira
(CIB), que ocorre nesta semana na Cidade do Panamá. A aprovação da área de
proteção dependia de 75% de votos favoráveis - com 21 países contrários e 2
abstenções, o índice ficou em 65%. Representantes de organizações ambientais
criticam uma suposta falta de esforço diplomático frente ao lobby de países
caçadores de baleias, liderado pelo Japão.
Para Leandra Gonçalves, do SOS Mata
Atlântica, o santuário não sairá do papel enquanto não houver transparência na
votação. "Foram 21 votos contra, mas apenas 3 países (Japão, Islândia e
Noruega) realmente têm essa posição. O restante é de países menores, que têm
seus votos comprados", acusa a ambientalista, coordenadora do Programa
Costa Atlântica. Segundo ela, o maior avanço para este ano havia sido jogar a
votação para o início da discussão. Sem uma campanha forte da diplomacia
brasileira antes da reunião, no entanto, não houve a adesão esperada.
"Todos os anos, a maioria simples vota a favor. Mas, neste ano, se
olharmos para o governo brasileiro, houve retrocesso. O País sempre mandou
muitos representantes, mas durante as prévias faltou esforço para reforçar a
campanha", afirmou Leandra.
A opinião é compartilhada por Truda
Palazzo, diretor do escritório brasileiro do Centro de Conservação Cetácea, que
acompanha a discussão no Panamá. "Está claro que o governo do Brasil
não está fazendo a sua parte para conseguir esses votos faltantes. Muitos
países do Caribe e África têm relações bilaterais fortes com o Brasil, mas não
se consegue que o Itamaraty ou mesmo a Presidência eleve o nível das gestões
para se conseguir esses votos", afirma Palazzo. "Como um dos
idealizadores da proposta, em 1998, estou indignado com esse desleixo do País
com o tema. Dá a impressão de que o compromisso do Brasil com o tema é meramente
'diplomacia ornamental'."
O governo brasileiro nega ter diminuído os
esforços para a criação do santuário e alega "questões burocráticas"
para a baixa representatividade do País no evento - segundo o Ministério do
Meio Ambiente, há apenas um técnico do órgão acompanhando as discussões na
Cidade do Panamá.
Nova discussão. Nos próximos dias, outra
resolução bastante aguardada deve entrar na pauta. Ela se refere à participação
da Organização das Nações Unidas (ONU) na questão da caça científica promovida
no Santuário de Baleias do Oceano Antártico. "Não acredito em novas
votações para os próximos dias, mas essa é uma questão importante", afirma
Leandra Gonçalves. "É preciso barrar a matança promovida pelo Japão, pois
não é preciso matar para se fazer experiências científicas."
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Políticas públicas: resíduos sólidos e despoluição dos rios- Rio Tâmisa
A questão do esgotamento sanitário, mesmo em países desenvolvidos, é ainda um tabu: mesmo
quando as pessoas sabem que o esgoto é tratado, não gostam muito de falar, assim
como também não tem muita informação sobre o assunto.
Durante a Conferência Lixo Zero realizada em 2010 realizada em Florianópolis, os representantes
de entidades e sociedade civil apresentaram propostas e ações em andamento em seus respectivos
países que tinham características do conceito do modelo descentralizado em seu bojo, como
caminho escolhido para a questão dos resíduos sólidos. Os resultados apresentados demonstraram
que a "educação ambiental" era fator importante no processo, mas que sem alterações e
construção de novas políticas públicas e vontade política, principal e essencialmente,
os processos demorariam até 100 anos para atingir ...
quando as pessoas sabem que o esgoto é tratado, não gostam muito de falar, assim
como também não tem muita informação sobre o assunto.
Durante a Conferência Lixo Zero realizada em 2010 realizada em Florianópolis, os representantes
de entidades e sociedade civil apresentaram propostas e ações em andamento em seus respectivos
países que tinham características do conceito do modelo descentralizado em seu bojo, como
caminho escolhido para a questão dos resíduos sólidos. Os resultados apresentados demonstraram
que a "educação ambiental" era fator importante no processo, mas que sem alterações e
construção de novas políticas públicas e vontade política, principal e essencialmente,
os processos demorariam até 100 anos para atingir ...
e mais...
| O caso Tâmisa ( Ecodebate) |
O rio que corta Londres já foi exemplo de catástrofe ambiental. Quem caísse nas suas águas morria. A partir de1957
o governo investiu e o Tâmisa virou um exemplo de recuperação. Mas não dá para tomar banho
Eduardo Araia
o governo investiu e o Tâmisa virou um exemplo de recuperação. Mas não dá para tomar banho
Eduardo Araia
Em 1878, 600 passageiros do navio a vapor Princess Alicemorreram em Barking, na região leste da
Grande Londres, após a embarcação colidir e ir a pique. O principal vilão da tragédia não foi o
afundamento: as vítimas foram intoxicadas pela poluição das águas do Rio Tâmisa enquanto
nadavam para alcançar as margens.
Grande Londres, após a embarcação colidir e ir a pique. O principal vilão da tragédia não foi o
afundamento: as vítimas foram intoxicadas pela poluição das águas do Rio Tâmisa enquanto
nadavam para alcançar as margens.
O drama do Princess Alice é um exemplo das condições em que o rio de 346 quilômetros de
extensão o maior da Inglaterra se encontrava na época vitoriana. A água despejada pelas indústrias
e os dejetos provindos dos recém-inventados vasos sanitários fluíam diretamente para o rio ao
longo de cidades importantes como Oxford, Windsor, Kingston, Richmond e Londres. A vida
selvagem, peixes, mamíferos e aves, agonizava. Para piorar, os londrinos bebiam água retirada
sem tratamento, o que resultou na morte de milhares de pessoas.
extensão o maior da Inglaterra se encontrava na época vitoriana. A água despejada pelas indústrias
e os dejetos provindos dos recém-inventados vasos sanitários fluíam diretamente para o rio ao
longo de cidades importantes como Oxford, Windsor, Kingston, Richmond e Londres. A vida
selvagem, peixes, mamíferos e aves, agonizava. Para piorar, os londrinos bebiam água retirada
sem tratamento, o que resultou na morte de milhares de pessoas.
A situação só mudou para valer a partir de 1957...
terça-feira, 26 de junho de 2012
Entidades do Norte da Ilha denunciam ampliação ilegal
Entidades sociais e comunitárias do Norte da Ilha vão denunciar publicamente o projeto da Casan de ampliação da estação de tratamento de esgotos de Canasvieiras e lançamento dos dejetos nos rios Paraquara/Ratones e Baía Norte de Florianópolis. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (25.6) durante reunião no clube Avante, em Santo Antônio de Lisboa.
O encontro convocado pelo Conselho Local de Saúde teve o respaldo das entidades da Barra do Sambaqui, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui, com presença de representantes do Saco Grande, Pontal de Jurerê/Daniela, Canasvieiras, Ponta das Canas, Vargem do Bom Jesus e Campeche.
O ponto central foi o projeto da Casan de reunir em Canasvieiras os esgotos de Ingleses, Jurerê, Cachoeira do Bom Jesus e Praia Brava, onde o mesmo será tratado e lançado no rio Papaquara. O tom geral dos pronunciamentos foi de desconfiança da competência tênicas da Casan de elaborar e executar um projeto eficaz.
Multas
Segundo relato do analista ambiental e chefe da Estação Ecológica de Carijós (ICMBio), Sílvio de Souza Júnior, a Casan recebeu multa do órgão no valor de R$ 1,2 milhão por não cumprir as exigência da licença ambiental. Ou seja, lança no rio Papaquara óleos, graxas e produtos químicos como fósforo e nitrogênio em quantidades até 50 vezes superiores ao máximo admitido na legislação.
A Casan também foi multada por operar a estação de tratamento de esgotos de Vila União sem nenhum tipo de licença ambiental. No caso da estação do Saco Grande, além da poluição, a Casan opera a unidade munida apenas de uma licença de instalação. A multa foi aplicada em novembro do ano passado.
Ação
O ICMBio pode entrar com ação na Justiça contra a Casan sob a acusação de prática de diferentes crimes ambientais, informou Sílvio de Souza Júnior. Representantes do órgão federal e da estatal catarinense se reúnem na manhã desta terça-feira (26.6) para tratar do pagamento da multa. Conforme for o resultado, o ICMBio poderá representar judicialmente a Casan.
Denúncia
Os resultados da reunião desta segunda-feira no Avante vão ser reunidos em um documento e encaminhados ao Conselho Municipal de Saneamento de Florianópolis, ue se reúne esta semana. Além disso, a agência japonesa JICA que financia projetos da Casan, vai ser informada das irregularidades na ampliação da estação de tratamento de esgotos de Canasvieiras, sem estudo de impacto ambiental e controle da sociedade.
“O aumento da capacidade da estação de Canasvieiras e o lançamentos dos efluentes que chegarão ate a Baía Norte, podem comprometer a balneabilidade de toda a região e inviabilizar a maricultura”, disse Marcos Jorge de Moraes, coordenador do Conselho Local de Saúde de Santo Antônio. “Estamos enfrentando esse problema pois ele repercute na saúde pública”, justificou.
Também está prevista audiência pública dentro de 15 dias, envolvendo comissões da Câmara Municipal e da Assembléia Legislativa. A reunião teve a presença do representante da agência reguladora do saneamento (Agesan), Marcos Azambuja, que se comprometeu a ajudar no esforço de barrar o projeto da Casan.
Fonte: Portal Daquinarede
VÍTIMA DO CÉSIO-137 SERÁ INDENIZADA POR DANOS MORAIS
Em decisão inédita, Justiça
condena União e Comissão Nacional de Energia Nuclear a pagar R$ 100 mil à
vítima
Goiânia - 1987
Você se lembra disto?
GOIÂNIA - A Justiça Federal em
Goiás condenou ontem a União e a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) a
pagar indenização de R$ 100 mil...
ler mais
http://mosal-residuossolidos.blogspot.com.br/
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http://mosal-residuossolidos.blogspot.com.br/
Em 1987, a América Latina viveu
seu primeiro e maior acidente radiológico, quando 20 gramas de césio-137,
presentes dentro de um aparelho de radioterapia desativado, caíram nas mãos de
dois catadores de sucata de Goiânia. O elemento radioativo despertou a atenção
das pessoas por seu brilho azul e logo desencadeou um processo de contaminação.
Um prédio do Instituto Goiano de
Radioterapia destruído e abandonado com um
aparelho de radioterapia desativado foi
a causa deste "Chernobyl do Brasil", que
foi classificado como nível 5 na
Escala Internacional de Acidentes Nucleares. Um aparelho construído nos
anos 1950 para tratar câncer virou uma bomba
radioativa, quando dois catadores
de ferro velho, sem conhecimento do perigo,
tiraram este aparelho
com quase 20 gramas da substância radioativa, o Césio 137.
Assim começou uma reação em
cadeia que afetou e destruiu a vida de centenas de pessoas. A parte afetada do corpo
mais visível foram as mãos, porque com elas foram feitos os primeiros
contatos com este elemento altamente radioativo.
A fotografia mostra policiais
militares em cordão de isolamento para conter moradores de Goiânia que tentavam
impedir o enterro de uma das vítimas do césio-137. (foto: CPDoc JB)
Um dos exemplos mais fortes da
segregação sofrida por aqueles que tiveram contato com o Césio 137 foi
capturado em uma fotografia que mostra policiais contendo a população
goianense, que, com medo da contaminação, tentava impedir o enterro de uma das
vítimas na cidade.
Detalhe curioso: uma das soluções
que foram cogitadas para o lixo nuclear depois do acidente em Goiânia, que
chegou a ser aprovada pelo então presidente José Sarney, era estocar os
rejeitos na Serra do Cachimbo, no Pará, em uma área militar próxima à reserva
indígena dos Kayapós.
terça-feira, 8 de maio de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
VOLTA À ILHA 2012
Depois de mais um verão caótico e fedorento em Florianópolis,
Quando a cidade das aparências apresenta temperaturas já mais baixas
Novos eventos esportivos na ilha acontecem...
e nós...relembramos o último evento do MOSAL:
VOLTA À ILHA ATRÁS DO ESGOTO
Comemorando e esgoto 2012... arrg....
https://picasaweb.google.com/101638471841311653899/VoltaAIlhaAtrasDoEsgoto
https://picasaweb.google.com/101638471841311653899/FlorianopolisCercadaPeloEsgoto
Comemorando e esgoto 2012... arrg....
https://picasaweb.google.com/101638471841311653899/VoltaAIlhaAtrasDoEsgoto
https://picasaweb.google.com/101638471841311653899/FlorianopolisCercadaPeloEsgoto
Volta à ilha atrás do esgoto revela quadro alarmante em Florianópolis
Levantamento feito pelo Mosal aponta que no sul da ilha seriam necessaárias 30 estações para que o tratamento de esgoto fosse eficiete
Janine Turco/ND
Despejo de esgoto direto nas águas limpas se torna cada vez mais comum com a falta de fiscalização
Discretamente, embaixo do trapiche, um cano despeja ininterruptamente esgoto no canal da Barra, entre Lagoa da Conceição e praia da Barra da Lagoa. A prática ilegal se repete em quase todos os rios e balneários de Florianópolis sem nenhum tipo de fiscalização. As consequências dessa poluição afetam os balneários, que ficam impróprios para banho, e podem acabar com ecossistemas inteiros. No último sábado, Essa realidade foi constatada de perto pelo coletivo Mosal (Movimento Saneamento Alternativo), que percorreu todas as estações de tratamento ao redor da Ilha para verificar como os resíduos são tratados e devolvidos para natureza.
O reflexo mais direto da poluição que chega às marés é o relatório de balneabilidade apresentado pela Fatma (Fundação do Meio Ambiente), no último mês de novembro. Pelo menos, 38% das águas de Florianópolis estão comprometidas. E a poluição vem crescendo. Em 2011 foram levantados 25 pontos impróprios para banho na Capital, em 2009 eram 21. “O que verificamos foi um estado de total descaso. O sistema de tratamento de esgoto é praticamente inexistente em Florianópolis”, apontou o ecologista Gert Schinke, integrante do Mosal e presidente da Feec (Federação das entidades Ecologistas Catarinense).
O Mosal visitou 12 ETEs (Estações de Tratamento de Esgoto), pontos que deveriam tratar o esgoto e devolver efluentes com o mínimo de risco ao meio ambiente. Segundo Gert, todas as regiões sofrem com a falta de tratamento do esgoto. A situação mais crítica está no Sul da Ilha. No leste, as estações da Barra da Lagoa e Lagoa da Conceição funcionam perfeitamente, mas não conseguem atender toda a população dos bairros. Um relatório será preparado e divulgado à população e entregue ao Ministério Público do Estado.
Regiões Sul e Norte têm tratamento mais deficiente
No Sul da Ilha a situação é considerada alarmante. Com uma estação com as obras de construção embargadas por irregularidades e outra sem operação, toda a população do Sul da Ilha estaria vulnerável a poluição das marés. “No sul da ilha o tratamento de esgoto é praticamente inexiste”, afirmou Gert. O ecologista argumenta que apesar de muitos condomínios possuírem sistemas de tratamento próprios, o uso não é estimulado pela Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) e muitas não funcionam.
No Norte da Ilha a situação também não é das melhores. A estação dos Ingleses está desativada, assim como a estação da Praia Brava. Em Canasvieiras a estação funciona em situação precária e cerca de 80% das residências não está ligada a rede coletora de esgoto. O Ministério Público move uma ação contra a Casan pedindo o funcionamento perfeito da ETE.
As estações da Vila União e Jurerê Internacional funcionam perfeitamente. A da Vila União atende apenas 424 residências e despeja seus efluentes no Rio Papaquara. Em Jurerê Internacional, a única estação que não está sobre a concessão da Casan, apresenta os melhores resulotados. Cobre 100% das moradias em Jurerê Internacinal e Tradicional.
As outras estações visitadas, no Saco Grande e no Parque Tecnológico do João Paulo, excluem praticamente toda a população desses bairros, segundo Gert. “A do Saco Grande atende praticamente só o Shopping Floripa e do Parqtec só o parque tecnológico, deixando todos os moradores que moram nas redondezas sem tratamento de esgoto”, finaliza.
Problema encontrado em todas as estações foi a entrada de água pluvial na rede de esgoto. A água limpa que entra nos sistemas de coleta sobrecarrega ainda mais a capacidade das estações.
Números oficiais são questionados
Em novembro, quando apresentou o estudo de balneabilidade, o presidente da Fatma, Murilo Flores, declarou que a situação se agravou depois de uma década de inércia da Casan que não realizou planos de saneamento básico. “Historicamente os pontos reprovados se repetem, quase sempre são os mesmos. Isso significa que falta ação”, avaliou ao revelar os estudos.
Dados da Casan dão conta de que 55% da cidade têm tratamento de esgoto, e já foram anunciados investimentos de R$ 343,1 milhões, que aumentariam a cobertura para 75% da cidade.
Em fevereiro, foi lançado o PMIS (Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico) que prevê a coleta e tratamento de 100% do esgoto da cidade. O Mosal questiona os dados apresentados pela Casan. “Está provado que não temos 55% de tratamento de esgoto. O índice não ultrapassa 20%. A casan vende mentiras”, finalizou Gert.
O Mosal defende um sistema descentralizado de tratamento do esgoto. “O esgoto precisa ser tratado localmente. Não temos mais como construir grandes estações e transportar grandes volumes de uma região para a outra. O tratamento se torna impossível”, comenta Raquel Macruz, que integra o coletivo.
Situação das ETE, segundo Mosal
Campeche I: Inoperante
Campeche II: Inoperante. Obras embargadas.
Lagoa: Em Operação
Barra da Lagoa: Em Operação
Ingleses: Inoperante
Praia Brava: Inoperante
Vila União: Em Operação
Canasvieiras: Operando parcialmente
Jurerê Internacional: Em Operação- não é da Casan
Saco Grande: Em Operação
Parqtec: Em Operação
Insular: Em Operação
Campeche II: Inoperante. Obras embargadas.
Lagoa: Em Operação
Barra da Lagoa: Em Operação
Ingleses: Inoperante
Praia Brava: Inoperante
Vila União: Em Operação
Canasvieiras: Operando parcialmente
Jurerê Internacional: Em Operação- não é da Casan
Saco Grande: Em Operação
Parqtec: Em Operação
Insular: Em Operação
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