o mosal

O MOSAL é um coletivo formado por pessoas e entidades de Florianópolis cujo objetivo é influir nas políticas públicas de saneamento básico, assim como promover a conscientização dos cidadãos através de ações e oficinas.
SANEAMENTO DESCENTRALIZADO
ESGOTAMENTO SANITÁRIO

RESÍDUOS SÓLIDOS

quinta-feira, 24 de março de 2011

Festival da Água e PACUCA


O MOSAL sempre defendeu a luta pelo saneamento e defesa de nossos recursos naturais tendo em vista o todo.Para tal, desde o início desenvolvemos nossos trabalhamos com as comunidades e participamos de suas atividades e manifestações, a exemplo do Ribeirão, Campeche, Ingleses, Canasvieiras, Lagoa, Sambaqui, Jurerê, São José e São Miguel. 
Somos uma cidade, somos uma ilha, inserida em uma baía, em um contexto maior, Santa Catarina.

Foi um sucesso o evento Dia da Água e PACUCA no Campeche. Um evento organizado pelas comunidades do sul da ilha, o Festival contou com a presença de um numeroso grupo de Canasvieiras, além de pessoas da Trindade e Centro.
Para nós do MOSAL, um novo marco!
Pessoas se deslocando para garantir unidade, reafirmando a união das comunidades em torno da preservação de nossas águas, luta pelo saneamento ecologicamente orientado e retomada do plano diretor participativo. 
Vejam algumas das fotos tiradas pelo pessoal de Canas e Campeche!








Vejam mais fotos do pessoal de Canas em: http://www.flickr.com/photos/soscanasvieiras/
O Jornal Noticias do Dia publicou um reportagem, o endereço é http://www.ndonline.com.br/florianopolis/noticias/unidos-em-prol-da-agua.html
E matéria no blog da Elaine Tavares :http://eteia.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de março de 2011

MAIS UM ESPETÁCULO TEATRAL NA CÂMARA DE VEREADORES


Uma vez mais, a Audiência Pública mostrou-se um teatro!
Das 16h, horário de seu início, até as 18h, somente autoridades e vereadores usaram o microfone para fazer suas intervenções e proselitismos - espaço que deveria ser destinado às comunidades, ao povo, que lá se encontrava e que para lá havia ido para se fazer ouvir.
Somente depois das 18h, quando um cidadão manifestou sua indignação, chamando atenção, revoltado, para o descaso com o plenário por parte dos ditos “representantes” dos interesses do povo, é que o microfone foi “liberado” aos cidadãos lá presentes. “Liberado” entre aspas, pois destaco aqui, que, como de praxe nos palanques das audiências públicas, as autoridades e políticos fizeram uso livre do tempo de fala, alugando os ouvidos e paciência dos pagadores de seus salários com muito palavrório e “encheção” de lingüiça, ao passo que, uma vez nas mãos do povo, o tempo de intervenção limitou-se a 3 singelos minutos!!! Casa do povo?
Vale afirmar e reafirmar! Audiência não é Anuência!
O MOSAL participou da dita AP sobre o PMISB na Câmara dos Vereadores com o intuito de reafirmar a compreensão do modelo descentralizado de tratamento de esgotamento sanitário respeitando as microbacias. Isto até pode parecer repetitivo, mas o fato é que a nem a Prefeitura Municipal e nem a CASAN, sequer referem-se ao assunto, e muito menos, respeitam essa condição, presente no dito PMISB, mas que, provavelmente é tida pela dupla como mais um adorno a ser ignorado, já que o modelo perseguido por elas, vide as obras da CASAN pela ilha, inevitavelmente leva à necessidade dos dois emissários submarinos, contrapondo-se diretamente ao modelo descentralizado ecologicamente orientado proposto pelo MOSAL.
Mas afinal, o que saiu dessa Audiência Pública...?
Bem, já no adiantado da hora, por volta das 19h, quando o plenário já estava totalmente esvaziado, conseguiu-se produzir um único encaminhamento concreto: a criação de uma Frente Parlamentar para o Saneamento Básico, que terá que mostrar a que veio!!! Se é para se constituir em palanque para fazer jorrar toneladas de promessas e críticas sem maiores conseqüências, ou se para aprofundar e reformular o projeto do PMISB, necessidade premente, como reafirmou Gert Schinke em sua intervenção, uma vez que esse plano apresentado está totalmente aquém das reais e urgentes demandas da população frente à lastimável situação em que se encontra o saneamento em nossa cidade.
Como já alertado anteriormente pelo MOSAL, este plano parece que foi feito “sob encomenda” para que a CASAN realize o mínimo do mínimo, segundo, principalmente, seus interesses e daqueles que se beneficiam com os seus serviços de “anti-saneamento”.
Raquel Macruz
Veja também no link das fotos do PMISB ao lado, como o Modelo Descentralizado é ignorado em detrimento ao Modelo centralizado. Leia legendas!!!
https://picasaweb.google.com/mosal.contato/PMISBLEVEMENCAOASMICROBACIAS#

quarta-feira, 16 de março de 2011


Polícia ambiental fecha as bombas do Campeche Beach Club

Bombas paradas, água vertendo

terça-feira, 15 de março de 2011

 
 

Bombas paradas, água vertendo


Depois de uma longa batalha junto a vários órgãos de meio ambiente, Ministério Público e prefeitura, finalmente foi a Polícia Ambiental quem resolveu parte da questão do rebaixamento do lençol freático no empreendimento Campeche Beach Club (é, assim, em inglês). Depois de uma denúncia formalizada pelo Conselho Popular do Núcleo Distrital do Campeche, Mosal e Núcelo Distrital do Pântano do Sul, os policias vieram e fizeram o que era óbvio: pediram as licenças. Não havia! Então, tudo teve de ficar suspenso até que a empresa legalize a situação.


A polícia ambiental da região de Florianópolis tem um efetivo de cinco pessoas. Eles têm a sua base ali embaixo da ponte Colombo Sales, dentro de um contêiner. É isso mesmo. Dentro de um contêiner, onde estão há mais de um ano. Quando se cogitou em Santa Catarina colocar presos em contêineres, os movimentos de direitos humanos gritaram contra. Muito justo. Mas, os trabalhadores do Estado estão ali, há quase dois anos, num calorão de dar dó, sem que ninguém se importe com eles. Ainda assim, esses policiais conhecem muito bem o seu trabalho e fazem malabarismos para dar conta de todas as denúncias que chegam aos borbotões. Merecem todo o louvor.


A ação da Polícia Ambiental é preventiva. Se não há licenças, o trabalho de bombeamento tem de parar. Até que tudo seja legalizado ou suspendido de vez.

A comunidade do Campeche e do sul da ilha sabe que isso não configura ainda uma vitória. O lençol freático está sendo sugado ali naquele local desde dezembro de 2010. E, uma olhada nas fotos tiradas esta semana dá conta do tanto de água que ainda está brotando do chão, agora, inclusive, ameaçando as casas vizinhas, tamanho o volume (
http://www.facebook.com/distritocampeche ). Nada indica que esta empresa não possa voltar à carga com todas as licenças necessárias (vide moeda verde), e recomeçar o bombeamento. Ainda assim, é preciso registrar o trabalho eficiente da polícia ambiental. 

Mas, o que precisa ficar claro para a comunidade é que estes empreendimentos estão burlando a lei. Sugam o lençol freático – que é à flor do chão – para construir andares subterrâneos, fugindo assim da exigência dos três andares. É um golpe contra o Plano Diretor e contra a vocação da comunidade.


Esta ação da comunidade na defesa da água foi importante e seguirá sendo, pois outros empreendimentos também estão realizando essa drenagem. Mas, ela não se acaba aqui. É preciso seguir vigilante contra os empreendimentos que aqui se instalam e burlam as regras construídas por todos nós.
 
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sexta-feira, 11 de março de 2011

Desmontar carros e reciclar tudo


Washington Novaes - O Estado de S.Paulo – 11.03.11


O governo de São Paulo pretende, em dois anos, implantar as primeiras "desmontadoras de veículos" - informou este jornal (21/2) -, na tentativa de enfrentar o problema da "mobilidade zero" na capital, diagnosticado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Guilherme Afif Domingos. E começará pelos carros e motos reprovados na inspeção veicular e que tenham dívidas fiscais - cerca de 30% a 35% da frota total. Só nos pátios estão mais de 100 mil veículos apreendidos por irregularidades e dívidas.
Os números já não chegam a espantar. Na capital, são 7 milhões de veículos registrados. No País, 35,3 milhões, aos quais em cinco anos se deverão acrescentar 25 milhões. Em 2010 foram 3,5 milhões de carros novos vendidos (inclusive com isenção de impostos), compondo o quarto maior mercado mundial. Só a Polícia Militar aplicou, em 2010, quase 750 mil multas de trânsito na capital (ao todo foram mais de 6 milhões de infrações). Espera-se que este ano sejam 20% mais (Estado, 21/2) e que a receita com elas chegue a R$ 638,9 milhões. No ano passado, de mais de R$ 500 milhões de receita com multas, R$ 170 milhões foram concedidos em subsídios a empresas de ônibus, para "renovação da frota e compensações tarifárias".
Num panorama como este, com 45% das pessoas na capital se deslocando em automóveis (Estado, 10/9/2010), só se poderia mesmo chegar à saturação - e, afinal, à proposta de "desmontar veículos". Mas ela terá de ir além dos pátios repletos de veículos irregulares. E um bom exemplo pode ser encontrado pelas autoridades na Suécia, onde o ônus do "desmonte" e da reciclagem cabe aos proprietários dos veículos, e não ao Estado (e à sociedade toda). Nesse país, ao comprar um carro novo, o proprietário já paga por um certificado de reciclagem, que passará de mão em mão se o veículo for vendido. O proprietário que entender haver chegado a hora da reciclagem, leva o carro a uma empresa autorizada e recebe o valor desse certificado. A empresa começa por retirar todos os fluidos e óleos para reciclagens especiais; depois, tudo o que ainda pode ser utilizado (pneus, vidros, peças etc.) é vendido a terceiros, com garantia de prazo; em seguida, a carcaça é amassada e enviada a outra empresa, que a pica e destina os resíduos a fornos de siderúrgicas, base para asfalto de rodovias e outras aplicações. O país já faz isso com mais de 90% dos veículos que chegam ao fim da vida útil, e espera chegar em breve a 100%.
É um bom exemplo, que deveria ser levado, aqui, também a outras áreas de resíduos. Porque, apesar de acertos da nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os avanços serão difíceis se não se implantar o princípio de que o ônus da solução deve caber a quem gera os resíduos - domiciliares, comerciais, industriais, da construção etc. E isso não está na lei. Ela dá prazo para que Estados e municípios façam seus planos diretores para a área e definam programas de coleta seletiva. Mas como se fará isso, se quase 60% dos municípios brasileiros (3.369, segundo o IBGE) nem sequer têm aterros e depositam resíduos em lixões, alegando falta de recursos? No Estado do Rio são 72 dos 92 municípios. Em São Paulo, 156 dos 645 municípios - e isso em dois dos Estados com mais recursos.
Há algum tempo calculou-se que implantar um aterro para 2 mil toneladas diárias custa R$ 350 milhões. Como o Brasil produz mais de 200 mil toneladas diárias de resíduos domiciliares e comerciais, isso significaria, a grosso modo, que precisamos de áreas equivalentes a mais de 100 desses aterros. Que custariam mais de R$ 35 bilhões. Como o PAC deste ano prevê um total de R$ 1,5 bilhão para a área de resíduos (se não houver contingenciamento), seriam mais de 20 anos só para implantar aterros. Sem falar nos investimentos necessários para a reciclagem em todos os municípios (prevista na PNRS para dentro de quatro anos). E para a implantação de logística reversa nos vários setores (pilhas e baterias; lixo eletroeletrônico; pneus; agrotóxicos; lâmpadas fluorescentes; vidros etc.).
É preciso repetir e insistir: só haverá solução se o gerador de resíduos pagar pela coleta e destinação - como se faz nos países que mais avançaram nessa área, principalmente na Europa. São Paulo chegou a criar uma taxa para os resíduos domiciliares e comerciais na administração Marta Suplicy, mas recuou (e a ex-prefeita chegou a dizer aos jornais que a criação da taxa foi seu "maior erro político").
Da mesma forma, a acertada decisão de dar preferência na política nacional a cooperativas de catadores (eles já seriam 1 milhão hoje) corre riscos, se não se avançar para a implantação de sistemas financiados em que elas disponham de equipamentos para a coleta (caminhões com espaços separados para lixo seco e lixo orgânico) e recebam das prefeituras por tonelagem coletada os mesmos valores hoje atribuídos a empresas que fazem esse trabalho.
É preciso, também, financiar para as cooperativas usinas onde o lixo orgânico seja compostado e transformado em fertilizante (utilizável em jardins, contenção de encostas etc.). O lixo seco, depois de separado na usina, pode ser transformado em telhas (a partir de massa de papel e papelão decompostos, revestida de betume); o PVC, em mangueiras pretas; o vidro pode ser moído e vendido a recicladoras, assim como o alumínio de latas.
Onde se fez isso, gerou-se muito trabalho e renda para uma corporação a quem o País já deve muito, pois, trabalhando de sol a sol, sem nenhuma proteção, ela encaminha a empresas quase tudo o que se recicla de papel, papelão, vidro, pet, alumínio e outros materiais. Em alguns lugares onde isso foi feito, o lixo encaminhado, no final, a aterros, foi reduzido a 20% do total - o que é enorme economia de recursos e de dinheiro para o poder público (e para a sociedade, que paga os impostos).
Se não for assim, corre-se o risco de o novo plano não avançar.

Companhia catarinense é multada por poluir praias

11/03/2011 03:38


A falta de controle custou caro. A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) está sendo multada em R$ 12 milhões por causar poluição às praias de Florianópolis. A reportagem de Portogente já mostrou que mais da metade das praias da atraente capital catarinense estão impróprias para banho. É hora do Poder Executivo tomar as rédeas antes que seja tarde. Além dedestino turístico de brasileiros e “gringos” de todo o mundo, Florianópolis fornece recursos naturais para a sobrevivência de milhares de famílias catarinenses.
Leia abaixo a reportagem do Diário Catarinense sobre o tema.
A diretoria da Casan Companhia Catarinense de Águas e Saneamento está examinando documento entregue pelo Sindicato dos Trabalhadores em Água, Saneamento e Meio Ambiente (Sintaema) para submeter proposta ao governador sobre sua nova estrutura. Avalia, também, a delicada situação do saneamento da Ilha de Santa Catarina. A Vigilância Sanitária da prefeitura aplicou multas de R$ 12 milhões à companhia por provocar poluição ambiental de várias praias da Capital. Tem, além disso, outro dilema a enfrentar: entre os principais municípios de Santa Catarina, o sistema de água pela Casan está mantido apenas em Florianópolis, São José, Chapecó e Criciúma. Em todos eles há queixas sobre a distribuição da água e, especialmente, em relação ao sistema de esgoto sanitário. Na Capital, o prefeito Dário Berger tem sido instado por lideranças políticas e comunitárias a jogar duro com a Casan, exigindo o cumprimento do contrato de concessão, recentemente renovado. Na cidade de Criciúma, os números sobre investimentos são contestados. E, em Chapecó, a Casan só mantém os serviços por força de decisão judicial. Se perder algumas destas cidades, a Casan pode se inviabilizar.
Os sindicalistas consideram “absurdo” o fato da Casan manter 11 diretorias no comando, além de duas diretorias adjuntas e quatro superintendências regionais, herança recebida da gestão Walmor de Luca. O governador Raimundo Colombo preencheu oito diretorias, deixando três vagas. O presidente Dalírio Beber informou que se os estudos recomendarem a eliminação de diretorias e se tiver o aval do governador, executará o corte. O Sintaema aponta deficiências de empregados na área operacional. E garante que cada diretoria extinta permitiria a admissão de cem funcionários para atuar na operação. A Casan vem distribuindo lucros e dividendos a seus diretores desde a administração do presidente Walmor de Luca.


A TÍTULO DE INFORMAÇÃO



» Aprovada minuta de Projeto de Lei que altera a composição do Conselho Estadual de Recursos Hídricos
Foi aprovada na última reunião ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, ocorrido no último dia 24 de junho, a minuta do Projeto de Lei que altera a composição do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. A nova composição após ser encaminhado pelo Poder Executivo ao Legislativo e se aprovado passará a funcionar com a seguinte composição: I - do Poder Público: a) seis representantes de Órgãos da Administração Pública Direta e Indireta com interesse no gerenciamento de recursos hídricos: b) três representantes de Empresas Públicas, Autarquias ou Sociedades de Economia Mista concessionárias de serviços públicos relacionadas com uso de recursos hídricos: c) três representantes de entidades públicas de ensino e pesquisa com interesse na área de recursos hídricos: II - da Sociedade Civil Organizada: a)Seis representantes e respectivos suplentes, de entidades que tenham assento em comitê de bacia hidrográfica catarinense de cada um dos seguintes segmentos: 1)consórcios intermunicipais; 2)associações intermunicipais; 3)associações do poder legislativo municipal; 4)associações técnicas de profissionais, sem fins lucrativos e entidades privadas de ensino e pesquisa com interesses e atuação comprovada na área de recursos hídricos, com mais de cinco anos de existência legal; 5) organizações não governamentais de interesses difusos com objetivos, interesses e atuação comprovada na área de recursos hídricos, com mais de cinco anos de existência legal; 6)sindicatos dos profissionais e trabalhadores de setores com objetivos, interesses e atuação comprovada na área de recursos hídricos, com mais de cinco anos de existência legal; b)Seis representantes e respectivos suplentes de entidades usuárias de recursos hídricos, que tenham assento em comitê de bacia hidrográfica catarinense de cada um dos seguintes segmentos: 1)instituições municipais e privadas encarregadas da prestação de serviço público de abastecimento de água e esgotamento sanitário; 2)irrigantes e agroindústria; 3)concessionárias e autorizadas de geração hidrelétrica privadas; 4)mineração; 5)indústria e comércio, e; 6)pescadores e usuários de recursos hídricos com finalidade de lazer ou turismo. - 27/07/2010

Contato
Abaixo seguem os dados do Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH.
Logradouro:Rua Frei Caneca Número:400
Complem.:
 Bairro:Agronômica
Cidade:Florianópolis CEP:88025-060 Telefone:(48) 3029-9026